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“O Evangelho”, disse ele, “não deixa as coisas como estão; quando o Evangelho passa, é ouvido e recebido, as coisas não permanecem como estão. O Evangelho provoca a mudança e convida à conversão”.

Segundo Francisco, o fogo do Evangelho não dá uma falsa sensação de paz, mas estimula as pessoas a agir.

“É como o fogo: enquanto nos aquece com o amor de Deus, quer queimar nosso egoísmo, iluminar os lados sombrios da vida – todos os temos – para consumir os falsos ídolos que nos escravizam”, disse ele.

O papa disse que Jesus está convidando cada pessoa a ser reacendida pela chama do Evangelho. Para ilustrar esse ponto, ele citou o livro “A Descoberta de Deus”, de Henri de Lubac, teólogo e padre jesuíta do século XX.

“Como disse o padre de Lubac – a fé em Deus ‘nos tranquiliza – mas não em nosso nível, ou para produzir uma ilusão paralisante, ou uma satisfação complacente, mas para nos permitir agir”, enfatizou.

Ele também sugeriu que todos se perguntassem se são apaixonados pelo Evangelho, se o lêem com frequência e se o carregam consigo.



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