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“Espero que o Líbano, com a ajuda da comunidade internacional, continue no caminho do ‘renascimento’, permanecendo fiel à sua vocação de ser uma terra de paz e pluralismo, onde comunidades de diferentes religiões possam viver em fraternidade”, disse o Papa. disse Francisco.

O Líbano marcará o aniversário da explosão do porto de Beirute com um Dia Nacional de Luto em 4 de agosto. O patriarca maronita, Cardeal Bechara Boutros Rai, também deve oferecer uma missa em memória das vítimas.

A explosão matou 218 pessoas e feriu 7.000. O Banco Mundial disse que a explosão causou mais de US$ 3,8 bilhões em danos materiais na capital, destruindo casas, escolas, igrejas e instalações médicas.

Dois anos após a explosão devastadora, muitos libaneses se sentem frustrados por “ainda não saberem a verdade” sobre o que aconteceu, segundo um padre no Líbano.

“A memória do evento está causando tanto sofrimento, vindo no topo da grave crise econômica do país, a pior de sua história, e desconfiança geral em relação aos políticos”, padre Michel Abboud, presidente da Caritas Líbano, contou Notícias da Ásia.

“O povo libanês está acostumado a guerras e sofrimentos, mas hoje a confiança entre as pessoas se perdeu e apenas a fé em Deus parece ter permanecido”, disse ele.



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