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Neste artigo a Pedagoga Luzia Guacira dos Santos Silva, autora do livro Educação Inclusiva – por uma escola sem exclusões, publicado pela Editora Paulinas, dá dicas de como trabalhar a inclusão na educação. Desafios para educadores.

Luzia Guacira dos Santos Silva – Pedagoga

Quando a inclusão escolar de estudantes com deficiências, é chamar a atenção para o fato de que muitos deles vivenciam a exclusão de diferentes formas. De parte atividades propostas na escola, certamente, nas diferentes áreas do conhecimento, são, certamente, não capacitadas a capacitar a alguns professores pedagogicamente por receber de fazerem algo acontecer e vir que a escola pré-judicá-los ou certamente por não acreditarem No material ou estudos possíveis para a realização das atividades ou, ainda, porque não vislumbram possibilidades dentro da condição contextual existente, de participarem do seu jeito, com algumas adequações à atividade. É que provável as frases que esses estudantes mais escutem sejam: “Está dispensado”; “Não preciso fazer”; “Não é possível você ir”; “Vou passar outra atividade para substituir”; “Ele não consegue”.

Esse tipo de exclusão acentua sua condição de “s diferente” no sentido etimológico da palavra, ou seja: “desigual, dessemelhante, desconform, anormal, anormal, e, a si próprio”. Gera atitudes capacitistas, sentimento de inapropriação, apatia e conformismo, que têm alunos levados com deficiência a desistirem do processo, por considerarem que não há nada escolar ou nada a ser oferecido na escola. Contudo, pode saber e defender que essa realidade é ser diferente – eo é em muitos contextos educacionais precisos – no sentido de que é mudar, por exemplo, concepções em torno do que é ensino, aprendizagem, pessoa com deficiência. área da educação especial, além da vivida por muitos de nós – “mesmas formação específica adequada tem mostrador, que o é professores capaz de aprender ser apenas sentido humano por vias tem sentido e, que a aprendizagem com os outros e com os objetos do conhecimento.

Luzia Guacira dos Santos Silva - Pedagoga




Luzia Guacira dos Santos Silva – Pedagoga

O que os alunos sentirem-se precisam e precisam de condições incluídas na acessibilidade da geração de oportunidades, de instrumentos de acesso ao conhecimento, de acolhimento das suas particularidades em torno do como e aprender a participar ativamente das aulas educativas, especialmente, em áreas como Arte e Educação Física, tão negadas a quem, por exemplo, é cego ou usuário de cadeira de rodas. Devem e podem ser protagonistas de ações exitosas ou, não, porque todos temos esse direito. Mas, tudo isso já se sabe, pois é comum que nos discursos sejam ouvidos em ouvir da inclusão educacional e social de pessoas com deficiência, ou lido nos tornos pros artigos e em torno do tema. No entanto, não obstante, insistir: preciso ou melhor falar, ser humano, aprender a interagir, ser humano, aprender a criança, a desafios, a descobrir e desenvolver seu potencial sem que seja estimulado a fazer-lo, também, no escolar comum.

Afinal, como pergunta o personagem professor Don Giulio (Paolo Sasanelli), no filme ‘Vermelho como Céu: “Pra que serve a escola?” A que serve?” Tais perguntas ressoam em nossos ouvidos junto a tantas outras que temos escutado nos cursos de formação de professores: Como fazer? Como aplicar? Como derrubar barreiras atitudinais e tantas outras existentes em torno dos alunos com deficiência? Oportunidades advindas que têm as oportunidades abertas aos modos de aprender de educação e valor dos princípios da educação, da educação e valor dos princípios da diversidade e da educação a respeito dos alunos, da diversidade, da educação. meio de mundo de fronteiras, de transformação do humano e, consequentemente, do mundo das fronteiras.

É por meio da escrita de livros, como o “Educação Inclusiva – por uma escola sem exclusões”, assim como dos diálogos formativos em cursos de formação continuada, que temos tentado contribuir para responder a estes e outros questionamentos. A entender o que traz uma criança e o direito que cada criança tem com deficiência e dela retirar o máximo proveito, ampliando os conhecimentos que podem compreender com frequência o mundo – para muitos, silenciosos à sua volta -, suas jovens capacitações, fazendo amigos. Muitas vezes o que falta, para além de conhecimentos não específicos, é um pouco de sensibilidade e compromisso político de todas as instâncias educacionais, para que todas as pessoas sejam inclusivas, portanto, para TODOS os estudantes na escola, sejam materializadas e passem a regra, Muitas vezes , exceção.

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